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Conheça um pouco do ritmo de São Paulo

Não morra sem: entender São Paulo
Publicado em 20 de janeiro de 2014 por Eduardo Benesi

Era uma vez o motorista que odiava o motoqueiro que odiava o ônibus que odiava o ciclista que odiava o pedestre que odiava condutores de guarda-chuvas. O núcleo das irritações paulistanas se concentram num cenário caótico chamado trânsito. Mas não da pra generalizar.

São Paulo tem a Avenida Paulista, uma moça com óculos de grau, que adora arte e barulho, que nos espia por prédios hiperativos, que carrega o fardo da anfitriã.

O paulistano possui uma velocidade própria e ansiosa, temos crises de irritação com quem não se adapta ao nosso trote. Andar devagar é quase um atestado de “não sou daqui”. Mas não da pra generalizar.

Tem aquela bairro-senhora, a Vila Mariana, da nostalgia idosa, dos pés de romã e casinhas com cores descascando: um abraço de vó.

Em São Paulo a concorrência acontece inclusive no trânsito: quando você para o carro no farol e o automóvel da faixa vizinha também vai brecar, repare que ele sempre vai dar um jeito de frear um pouco a sua frente. Mas não da pra generalizar.

São Paulo tem a Pompeia, aquele bairro que corre em 60 graus, que tem gente falando alto, tem blues e copaíbas, tem palmeirenses mil.

Se você vem de fora se prepare: vão imitar seu sotaque. Corrigir português aqui é uma constante, tem muito daquele egocentrismo de quem acha que a linguagem correta é somente a local. Mas não da pra generalizar.

São Paulo tem Pinheiros: bairro de fim de tarde, das varandas apertadas, da boemia benedita, da cerveja abaixo de 0, de arquitetos e sofás, de instrumentos teodoros e lojas musicais.

Paulistano é especialista em perder o trailer do filme, de te conhecer a fundo em um dia e no seguinte fingir que não te conhece. Mas não da pra generalizar.

São paulo tem o Bixiga: bairro do calor afetivo, do gosto de manjericão, das mamas braçudas, da vibração confortável, do amor pomodoro.

Aqui, vão te perguntar indiretamente qual é o seu cargo: “O que você ta fazendo da vida?”, e você precisa estar fazendo algo, invente qualquer coisa, do contrário você é um poeta vagabundo. Mas não da pra generalizar.

São Paulo tem a Frei Caneca, rua cor de rosa, do rebolado protesto, do beijasso inesquecível, de gente festeira, das figuras que “ahazam”.

Em São Paulo só é atraso 10 minutos depois do próprio atraso. O metrô é uma central de gente rolando suas timelines pelo Smartphone. Uma multidão sorrindo pra pequenas telas. Mas não da pra generalizar.

Paulistano sofre da ressaca da euforia: tem preguiça de ligar no dia seguinte, e aos domingos, só existe depois das 3 da tarde. Mas não da pra generalizar.

São Paulo tem a 25 de Março, rua suada, que carro não tem vez, dos catálogos de Nike pirata, de aparelho que faz massagem sem permissão, de preços bananas.

Quer irritar um paulistano? Ande em cordão de isolamento (casais ou grupos que fecham uma passagem estreita por estarem andando lado a lado) e você será muito xingado em pensamento. Pare na esquerda da escada rolante e você será culpado por todo um atraso coletivo. Somos neuróticos, não duvide. Mas não da pra generalizar.

São Paulo tem a Mooca, bairro calórico, de mãe preocupada, da pizza massa grossa, da rabiola inocente, dos muleques travessos, do sol de domingo no Juventus.

São Paulo rima com mortadela, cinza, alagamento, ar condicionado, hortinhas planejadas, pizzaria de bairro, garoa, motoboy no retrovisor, e mais amor por favor.

São Paulo tem o Ibira, parque sarado e sem-camisa que adora uma bicicleta. Tem a Vila Madalena, moça de saia com tênis, que não alcança as amoras do pé e pede sem ensaios pro moço do lado ajudar.

Tem o Tatuapé e tem bichinhos de luz. Tem Capão Redondo e tem várias tias do Yakult. Tem o Morumbi e a Vila Leopoldina, e tem lugar que eu nem conheço. São Paulo é lugar onde criança guarda o tatu-bola no bolso, e dos homens-carroça que levam seus resumos de vida nas costas

São Paulo é cidade-sede dos paradoxos, mas não da pra generalizar.

Por que você deveria ficar em um hostel?

Qual é o tipo de estada que você procura durante uma viagem?
Você é partidário do melhor custo benefício para que investir mais em outras opções, como passeios? Uma estada luxuosa? Uma estada aconchegante?
Pessoas diferentes viajam e procuram por estilos diferente de lugares para se hospedar. Cada tipo de hóspede tem um perfil e prefere por uma hospedagem de acordo com esse perfil.
Mas, existe um tipo de hospedagem que vem crescendo no gosto dos hóspedes, por aliar conforto, custo benefício, oportunidade de conhecer pessoas e compartilhar experiências.
Se você ainda não conhece um hostel, e não sabe porque optar por se hospedar em um, nós selecionamos alguns motivos que vão fazer do hostel seu novo point, sempre que viajar.
Quer saber o diferencial do hostel? Aqui estão alguns deles.

#1. Conhecer pessoas do mundo todo
Por ser uma alternativa de hospedagem com ótimo custo benefício, o hostel atrai hóspedes de todas as partes do mundo.
Muitos turistas preferem se hospedar em um hostel e aproveitar para investir dinheiro em passeios turísticos e outros detalhes.
Com isso, se hospedar em um hostel pode ser uma grande oportunidade de conhecer pessoas de diferentes partes do Brasil e do mundo.
E, como o ambiente do hostel é aberto e voltado à troca de experiências, é possível não apenas conhecer gostos e comportamentos diversos de várias partes do Brasil e do mundo.
Ao se hospedar em um hostel, você não apenas tem a oportunidade de conhecer novas pessoas, mas também tem a oportunidade de trocar experiências e conhecer pessoas de diferentes países e diferentes culturas.

#2. Melhor lugar para descobrir points
Só dentro de um hostel é possível saber os points mais legais da cidade, como dia em que a entrada é gratuita no MASP, ou no museu do futebol, ou o que fazer na segunda.
Com a troca de experiência entre hóspedes e funcionários do hostel, é preciso descobrir quais os melhores programas, as melhores coisas a se fazer e quando fazer.
Do mesmo jeito, tão importante quanto saber o que fazer é saber o que não fazer. No hostel, com a troca de informações, ideias e experiências, os hóspedes conseguem dicas não apenas do que fazer, mas também do que não fazer.
Além de descobrir programas em conta e mais baratos, o hostel é um prato cheio de programas cult, exposições, shows e agendas alternativas.
Em uma cidade como São Paulo, isso significa ter programa de todos os tipos e opções para fazer, com centenas de opções, para todos os gostos, culturas e bolsos.

#3. A localização geralmente é imbatível
Ao se hospedar no The Hostel Paulista você está a menos de 1 minuto de uma das avenidas mais famosas de São Paulo: a Avenida Paulista.
Dessa maneira, um hóspede garante uma das melhores localizações possíveis dentro de São Paulo, além de estar perto de tudo: restaurantes, shoppings, livrarias, teatro, cinema, bares, casas noturnas e metrô.
O The Hostel Paulista une o conforto de estar hospedado em uma região central, de fácil acesso, com a comodidade de estar perto de tudo que um hóspede precisa, sem precisar pagar uma fortuna por isso.
Dificilmente um hóspede consegue encontrar uma opção de baixo custo para se hospedar em regiões centrais como a Avenida Paulista.

#4. O melhor custo benefício
Nós falamos sobre custo benefício o tempo todo até aqui. Mas, quando falamos de custo benefício, estamos falando da melhor opção de hospedagem que um hóspede pode ter, sem precisar pagar caro demais apenas para dormir.
Em um hostel, o hóspede paga muito mais barato do que um hotel, interage com outros hóspedes por conta do ambiente descontraído e familiar.
A missão do The Hostel Paulista, por exemplo, é fazer com que cada um que passa pelo hostel sinta que essa é a sua casa em São Paulo.
Isso, aliado ao ambiente mais descontraído de São Paulo, com pessoas de vários estados e regiões, prontos para interagirem e trocarem experiências e vida. Quando um hóspede vai embora, ele sempre leva mais do que trouxe.

#5. Ambientes comuns para aumentar a interação entre as pessoas
Um hostel geralmente possui várias áreas comuns para que as pessoas possam se conhecer, conversar, interagir e trocar experiências.
Com as áreas comuns do The Hostel Paulista, por exemplo, você terá uma experiência inesquecível da viagem, pois irá compartilhar suas experiências e conhecimento ao redor de pessoas de diversas partes do mundo, fazendo amizades com pessoas de qualquer lugar.
Além de áreas comuns, como sala de TV, copa e cozinha, salas de estar, repouso e cinema, temos quartos compartilhados.
Quando as pessoas pensam em quartos compartilhados, pensam em bagunça, mas não é bem assim que funciona. No The Hostel Paulista o respeito vem em primeiro lugar e, a troca de experiências pode ser feita a qualquer momento.
Venha viver uma experiência única
Hospedar-se em um hostel oferece benefícios e uma atmosfera única. Se, o custo benefício, uma boa localidade, a oportunidade de conhecer pessoas e trocar experiências for o que você procura em suas viagens, o hostel é o lugar certo para você.
Nossa atmosfera familiar, descontraída e aconchegante foi feita para ajudar você a se sentir em casa mesmo que esteja longe de casa.
Faça já sua reserva e venha desfrutar do melhor de São Paulo no The Hostel Vila Mariana.

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